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Música, poesia e a força da palavra: Elisa Lucinda faz performance no Centro Cultural

                                                                                                            Atriz Elisa Lucinda durante o evento   Palavra cura. Palavra une. Palavra é memória, é ancestralidade, é abrigo. Mas palavra também fere, exclui, apaga. Foi com essa reflexão que a atriz e poeta Elisa Lucinda se apresentou na Sala Multiuso do Edifício Desembargador Caetano Pinto de Miranda Montenegro, no Centro Cultural do Poder Judiciário (CCPJ), na última quarta-feira, 29 de abril.  Convidada do programa Justiça Poética, Elisa apresentou Palavra é poder — performance literária que mistura música, poesia e histórias de vida numa conversa sobre o que a linguagem é capaz de fazer no mundo.  A abertura já definiu o tom da noite: Elisa entrou ao lado do músico Glaucus Linx e cantou O Vento, de Dorival Caymmi, antes de mergulhar na performance que viria a seguir.                                                                                                          Elisa Lucinda e o músico Glaucus Linx Ao longo da apresentação, Elisa defendeu a palavra como ato político e poético — ferramenta de resistência e cuidado, capaz de elaborar tramas, construir realidades, ampliar a cidadania e afirmar o protagonismo.  "A coisa mais importante deixada pelos meus pais foi a palavra. Palavra que tem muitos significados, mas eles me ensinaram que ela tem papel de cidadania, revestimento e de defesa", disse ao público.  A magistrada responsável pelo CCPJ, desembargadora Cristina Tereza Gaulia, falou sobre como a arte e aquele encontro podem contribuir para sensibilizar o Judiciário.   "A Justiça pode melhorar muito, mas, para isso, precisa dessa sensibilização, da arte, da poesia, do teatro, da música. Ela precisa de interpretações como essas", afirmou.  Emocionada, a magistrada encerrou sua fala com um poema: "Lucinda, tu és linda. A potência da tua palavra nos corta e nos importa. Mas, o vento da palavra que volta, constrói, reconstrói e nos reconforta."                                                               Desembargadora Cristina Tereza Gaulia, magistrada responsável pelo CCPJ O músico Glaucus Linx, que transitou por instrumentos de sopro, como o saxofone, trouxe à noite uma reflexão sobre uma sociedade cada vez mais imersa no digital e carente de presença — e de palavras.  Para fechar, Elisa convidou o público a cantar junto Palavras ao Vento, eternizada na voz de Cássia Eller. A plateia respondeu em coro: "Palavras apenas / Palavras pequenas / Palavras, momento / Palavras ao vento..."                                                                    Músico Glaucus Linx transitou por instrumentos de sopro, como o saxofone A atriz  A poeta, atriz e escritora Elisa Lucinda tem 24 livros publicados. Em 2021, tomou posse na Academia Brasileira de Cultura, ocupando a cadeira de Olavo Bilac. Com trajetória consolidada no teatro, na televisão e no cinema, atualmente interpreta a personagem Zuzu na novela Coração Acelerado.  Clique neste link para acessar mais fotos do evento.   VS/ SF Fotos: Rafael Oliveira/ TJRJ 
30/04/2026 (00:00)
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