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Corregedora-geral da Justiça de São Paulo participa do 11º Fonacor

Fórum realizado em Brasília. A corregedora-geral da Justiça de São Paulo, desembargadora Silvia Rocha, participou, ontem (29), do 11º Fórum Nacional das Corregedorias (11º Fonacor). Conduzido pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques, o encontro, que ocorreu no auditório do Conselho da Justiça Federal (CJF), em Brasília, reuniu magistrados do país inteiro e promoveu balanço das metas e diretrizes estratégicas das corregedorias. Foram apresentadas ações e resultados da Corregedoria Nacional de Justiça no biênio 2024/2026 e realizados debates para o aperfeiçoamento da atividade correcional e da integração entre os tribunais. Também participaram as juízas assessoras da CGJ Carolina Martins Clemencio Duprat Cardoso e Gisela Aguiar Wanderley. “Os problemas que enfrentamos são sistêmicos, e as soluções também precisam ser”, destacou o ministro Campbell Marques na conferência de abertura do fórum. Ele destacou as 25 inspeções já realizadas em tribunais estaduais desde o início do biênio – em São Paulo, ocorrerá entre 4 e 8 de maio. “Cada inspeção foi conduzida não apenas como exercício de verificação de conformidade, mas como escuta ativa da realidade de cada tribunal”, afirmou, apontando a edição de 41 provimentos a partir de demandas observadas nas visitas, em especial normativos voltados ao enfrentamento da violência contra a mulher. O ministro enfatizou, ainda, a modernização do sistema Justiça Aberta, a implementação do Sistema Eletrônico dos Registros Públicos (Serp) e a criação da Relação Geral de Vacâncias (RGV). A desembargadora Silvia Rocha compôs uma das mesas do fórum, em que foi apresentado, pelo juiz auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça Arnoldo Camanho de Assis, um balanço das inspeções realizadas em 2025, totalizando 1.167 unidades judiciais, administrativas e extrajudiciais visitadas, e mobilizando mais de 700 pessoas, entre magistrados e servidores. No total, foram instalados cerca de 700 pedidos de providências. Ao longo do dia, a programação contou com painéis sobre projetos da Corregedoria Nacional, como o Registre-se e o Solo Seguro - Favela, e sobre diretrizes normativas para os serviços extrajudiciais, além do lançamento do Programa de Execução Efetiva, para combater a alta taxa de congestionamento em processos de execução por meio de práticas como inteligência de dados, automação e uso de IA generativa. Por fim, ocorreu a entrega do 3º Prêmio Corregedoria Ética, voltado ao reconhecimento de iniciativas inovadoras de tribunais e incentivo ao cumprimento das diretrizes estratégicas, além da pulgação das metas e estratégias da Corregedoria Nacional de Justiça para 2026. *Com informações do CNJ
30/04/2026 (00:00)
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