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Reunião une representantes do TJRJ e da Baixada Fluminense contra violência doméstica

                                 Instituições da Baixada Fluminense se reúnem para tecer rede de enfrentamento a violência contra a mulher  O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), por meio do Núcleo de Promoção de Políticas Especiais de Enfrentamento à Violência Doméstica (Nupevid), promoveu a primeira reunião com a rede de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher na Baixada Fluminense. O encontro, realizado nesta sexta-feira, dia 27 de março, no Fórum da Comarca de Duque de Caxias, reuniu magistrados, advogados, policiais, secretários, psicólogos, assistentes sociais e conselheiros.  Os principais objetivos da reunião foram mapear ações de enfrentamento à violência doméstica na Baixada Fluminense e fortalecer a integração entre as instituições municipais para aprimorar o atendimento às vítimas. Além disso, a proximidade geográfica entre os municípios faz com que muitas ocorrências envolvam mais de uma cidade, reforçando a necessidade de uma atuação conjunta e articulada, afirmou a juíza titular do Juizado de Violência Doméstica de Belford Roxo, Érica Bueno Salgado.  “Sabemos das dificuldades enfrentadas pelos municípios da Baixada Fluminense, em especial a questão da violência contra a mulher. Às vezes, a vítima mora em um município, mas foi agredida em outro e acaba por se abrigar em um terceiro município contiguo. Nosso objetivo, portanto, é integrar os órgãos de proteção para melhorar a eficiência na prestação do serviço para as mulheres que nos procuram”, destacou a magistrada.  Durante o encontro, a juíza Erica Bueno, que também é coordenadora regional da Baixada Fluminense pela Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Coem), do TJRJ, e a coordenadora do Nupevid, Jacqueline Leite, exibiram um vídeo institucional, apresentando os projetos desenvolvidos pelo Núcleo e pela Coem.                       Reunião teve como objetivos mapear ações na Baixada Fluminense e fortalecer a integração entre as instituições  Ruptura do ciclo de violência  Outro tema abordado pelos representantes dos municípios foi a importância de ações voltadas à ruptura do ciclo da violência doméstica, com destaque para o atendimento psicológico às vítimas e iniciativas de promoção à autonomia financeira. Também foram discutidas medidas como a concessão de aluguel social para vítimas, a criação de grupos reflexivos para os autores de violência, a realização de mutirões de audiências e o encaminhamento das vítimas para projetos que atendam suas necessidades específicas.  O assistente social do Juizado de Violência Doméstica de Duque de Caxias Lucas Rangoni ressaltou a importância do acompanhamento psicossocial no processo de recuperação das vítimas. “Fazemos uma escuta qualificada das situações que a vítima passou. Durante esse processo, refletimos conjuntamente sobre as possibilidades, capacidades e potências da vítima. Observando a necessidade, direcionamos as mulheres para a rede de proteção e os acusados de agressão para o Centro de Referência do Homem”.  Já a subsecretária de Enfrentamento à Violência contra a Mulher da Secretaria da Mulher de Nova Iguaçu, Ada Angela Gonçalves, destacou a relevância da qualificação profissional como ferramenta de independência. “Quando uma mulher vítima de violência chega até nós, a encaminhados ao Centro Especializado em Atendimento à Mulher do município. Nos casos em que ela necessita economicamente do companheiro e deseja se desligar, a secretaria oferece cursos profissionalizantes que variam de um dia a seis meses de duração. Assim, ela pode romper a dependência e o ciclo da violência”, explicou.  Participaram da reunião representantes dos municípios de Belford Roxo, Duque de Caxias, Guapimirim, Japeri, Nilópolis, Nova Iguaçu, Paracambi, Queimados, São João de Meriti e Seropédica.  Clique aqui e conheça mais sobre os projetos do Nupevid e da Coem  KB/SF Foto: Felipe Cavalcanti/TJRJ 
27/03/2026 (00:00)
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