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Museu da Justiça recebe o lançamento do livro “Joel, o Contador de Histórias”

Maximiliano de Souza, museólogo; Giuliano de Miranda Junior, historiador; Mariana Warth, jornalista e editora do livro; Teresa Garbayo dos Santos, psicóloga, escritora e viúva de Joel; e Cintia Barreto, autora do livro e doutora em Literatura Brasileira “Joel via na literatura uma forma superior de conhecimento, capaz de ir além da sociologia, da psicologia e inclusive da história para o entendimento da nossa realidade social”. Emocionada, a viúva de Joel Rufino, Teresa Garbayo dos Santos, utilizou essas palavras para definir a relação entre ele e os livros que escreveu. Nesta quarta-feira, 06 de maio, o escritor, historiador e pioneiro na luta antirracista foi eternizado como personagem do livro infantil “Joel, o Contador de Histórias”, lançado durante uma roda de conversa no Museu da Justiça.   O bate-papo contou com a presença da autora Cintia Barreto, doutora em Literatura Brasileira e ex-aluna de Joel Rufino. Ao falar sobre o livro, reforçou a presença marcante da literatura infantojuvenil em sua obra e ressaltou que, como personagem, Joel servirá como inspiração para as crianças.   “Quando comecei a produzir literatura para crianças, sempre quis transformar o Joel num personagem, porque ele era um homem negro com uma infância muito bucólica na periferia do Rio e poderia representar muitas crianças no subúrbio. E pensei que mostrar isso ajudaria essas crianças a enxergarem que podem ser tudo que ele foi: diretor de altos cargos públicos, historiador, ativista, dramaturgo e professor. Ele fez a luta em todas as instâncias que a gente pode imaginar.”  A narrativa mostra Joel enquanto criança, ouvindo histórias de sua avó e ganhando livros e histórias em quadrinhos de seu pai, guardados em uma caixa como tesouro. A partir daí, sua criatividade é despertada e o pequeno Joel se torna um contador de histórias para mostrar a forma que enxerga o mundo ao seu redor.   A roda de conversa também teve participação de Mariana Warth, jornalista e editora do livro. Para ela, “Joel, o Contador de histórias” é uma produção que respeita a grandeza da literatura infantil.   “Fazer literatura para crianças não é diminuir a complexidade do mundo, não é empobrecer a linguagem, não é oferecer um conteúdo menor. Por isso esse livro é tão importante: ele respeita o leitor infantil e entende que temas como memória, racismo, ancestralidade e cidadania não são grandes demais para a infância, são essenciais para ela.”    Também fizeram parte do debate o museólogo Maximiliano de Souza, que atua na gestão de preservação e conservação do acervo do Museu, e o historiador Giuliano de Miranda Junior, que atuou na curadoria da exposição “Entre histórias e utopias: o legado de Joel Rufino”, que ficará em cartaz no Museu da Justiça até a próxima sexta-feira, dia 08 de maio.   PB*/ FS *Estagiário sob supervisão   Fotos: Felipe Cavalcanti/TJRJ
06/05/2026 (00:00)
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